Suicídio de Azoica e a repercussão nas redes

O suicídio da vocalista Whezzany Davilla Soares, a Azoica de Hudec, na sexta-feira, 06, ainda é o assunto mais comentado nas redes sociais de Imperatriz, a segunda capital do Maranhão como costuma repetir o governador do Estado, Flávio Dino.


Todo dia, bicho...T-O-D-O-D-I-A tenho pesadelos...Eh como viver num filme de terror. Nem lembro mais qdo foi a ultima vez q minha mente descançou, mas faz muito tempo.Ta foda.
Posted by Azoica de Hudec on Terça, 2 de junho de 2015


A partir da publicação de André Gomes, Jovem se suicida por motivos fúteis, começou a reação, principalmente, no Facebook.

O professor Marcos Fabio postou:

SOBRE CERTAS POSTURAS DA IMPRENSA DE IMPERATRIZ:Soa, no mínimo, estranho um "jornalista" dizer que uma pessoa comete suicídio "por motivos banais".Um pouco de teoria poderia ajudar, nesse caso. Né?
Posted by Marcos Fábio on Segunda, 8 de junho de 2015


A ativista digital Amanda Oliveira também fez um duro texto contrário ao artigo que pode ser acessado no perfil da autora, aqui.

Essa é a rede do Mark Zuckerberg, somado às demais redes sociais são o atual meio do debate e os coveiros da mídia tradicional cuja interatividade é quase nula.

Porém, para azar dos leitores, a crise teórica dos jornalistas dita por Marcos Fábio é generalizada na mídia nacional e internacional. Atinge a mídia tradicional na telinha, rádio e jornais e também nas modernas páginas e aplicativos da internet.

Luis Nassif prediz o fim da profissão de jornalista. Para que intermediários? Questiona o editor do Jornal GGN, pioneiro na web nacional e conceituado jornalista.

Ainda bem que sou radialista!. Existe de um lenhador e até uma garçonete que nos separam dos repórteres.

E, entrando no mérito, André Gomes parece ter confundido assassinato com suicídio. Ele é repórter policial e especialista no assunto. O primeiro é crime, o segundo, não.

No primeiro, de fato a lei tipificou desde sempre o motivo torpe, o motivo fútil. É uma das qualificadoras do homicídio.

Ademais, se o segundo fosse crime, mesmo com o autor morto, caberia ainda punição por coautoria, ou mesmo a acusação de autoria intelectual.

Erros como esses de forma alguma podem ser atribuídos, exclusivamente, ao jornalismo do interior do País. Paulo Henrique Amorim, apresentador do Domingo Espetacular e ansioso blogueiro sempre lamenta a baixa qualidade dos meios do Sul Maravilha e das grandes áreas metropolitanas.

De acordo com Mino Carta, o Brasil é único país do mundo que jornalista chama patrão de colega. E daí, já viu, as deformações que causam em mentes e corações!

Azoica de Hudec, esse era o nome de Whezzany no Facebook

Frederico Luiz

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