Brasil rico é Maranhão sem Sarney, proclama Eduardo Campos

Eduardo Campos
Eduardo Campos, ontem em Timon: É chegada a hora de Sarney ir para a oposição
Frederico Luiz

Um por todos e todos por um. A frase é célebre e era o lema dos três mosqueteiros que na verdade eram quatro no conto de Alexandre Dumas. Da França para o Maranhão. O palaque dos pré-candidatos Flávio Dino e Roberto Rocha, do Partido do Maranhão (PCdoB-PSB-PDT-PP-SDD-PTC-Pros-PSDB e dissidentes do PT) ao governo do Maranhão e senado federal, respectivamente, tem as 3 principais candidaturas à presidência da República.

Flávio Dino foi até o começo do ano, presidente da Embratur do governo Dilma Rousseff. Saiu para ser candidato e bem avaliado pela presidenta como gestor do órgão. Os tucanos de Aécio Neves declararam apoio ao Partido do Maranhão na semana passada e ontem foi a vez de Eduardo Campos (PSB-Rede-PPS e PPL) pronunciar: "é chegada a hora de Sarney ir para a oposição".

O Partido do Maranhão por todos os presidenciáveis. E todos os presidenciáveis pelo Partido do Maranhão.

Esta situação é particular e única no País. O domínio secular, de 50 anos, de uma só família sobre os demais lares do estado mais pobre da federação quando se considera os indicadores sociais parece chegar ao fim.

Todos reconhecem a impossibilidade do País conviver com esta mazela. Brasil rico, é Maranhão sem Sarney, é proclamado por Eduardo Campos, ontem, no Centro de Convenções Maranhense, em Timon.

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