Edivaldo mantém sua base, após episódio das passagens

A conclusão é clara: rejeitar os compromissos "por principio", negar a legitimidade de qualquer compromisso, em geral, constitui uma infantilidade que é inclusive difícil de se levar a sério. (Lênin: Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo)
Frederico Luiz

A eleição de Flávio Dino para o governo do Maranhão em 2014 foi uma obra que precisou de uma ampla coalizão. Da esquerda à direita, passando pelo inevitável centro. A montagem desta articulação começou na eleição municipal de 2012.

No episódio da majoração e redução das tarifas do transporte coletivo na capital do Maranhão, após marchas e contra-,marchas e negociações, esquerdistas se juntaram a reacionários egressos do antigo regime para tentar estremecer relações na sólida base de sustentação do prefeito Edivaldo Holanda. Principalmente, após as críticas ao aumento da tarifa, da vereadora Rose Sales (PCdoB) e do vereador Roberto Júnior (PSB).

Como costuma repetir o governador Flávio Dino, a Frente é necessária para a implantação do capitalismo no Maranhão, numa clara referência ao aspecto feudal da política local com o clientelismo e a relação entre suserano e vassalo que jamais admite crítica e autocrítica.

Por sorte do Maranhão, diferente da Revolução Francesa, os suicidas são uma minoria pouco expressiva, embora também importante. Ou seja, chuva de leite bom na cara dos caretas e também dos infantis. Porque na primeira fase do capitalismo, a mercantilista, o poder originário ainda é frágil e vamos precisar de todos. De todos, mesmo!

Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo

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